Monday, May 21, 2007

Esse texto é uma canção de amor partido.
É mínimo se comparado ao máximo que escrevestes em teus dias, e em minha homenagem.
Esse texto é uma canção e tem o som do silêncio, sinônimo de respeito, gratidão, carinho...
A canção é leve como seu nome, que sopra, que venta.
Foi assim que saístes dessa densidade, como bolhas de sabão, flutuando transparente e se integrando à beleza da vida. Eterna!
Prolongue-se entre as frondosas mangueiras dessa antiga colônia japonesa à qual freqüento para que eu te sinta em meu rosto, em meus cabelos. E para que alimente em meu coração este amor inteiro.

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