poesio canção fúnebre da qual lanço mão nesse momento-parto do hoje porque tive que romper limites inimagináveis por mim desconhecidos e cair nesse vazio que é a busca pelo apagar do ontem sem mais precisar durar às 24h que nos sobram sonhando alguém que me enxerga apenas nas pequenas pausas que sua realidade amada lhe concede.
ninguém anda tão louco como ele!
ele tá desbravando florestas cerradas. escuro, espinhos, fogo, pedras ponteagudas, lama e armadilhas estão aí. ele segue cego surdo mudo pra não desistir de algo que mesmo que digam absurdo ele acredita e deseja.
quer e ainda quer ainda quer mesmo vendo uma luz intensa que brilha no fim-do-túnel porque ele tá seguro do que explode em seu corpo inteiro. e nessa luta insana persegue a luminosidade pra tentar fazer do hoje ontem saudade sonho lindo seu segredo suas pérolas sua vida.
ninguém anda tão louco como ele!
ele tá desbravando florestas cerradas. escuro, espinhos, fogo, pedras ponteagudas, lama e armadilhas estão aí. ele segue cego surdo mudo pra não desistir de algo que mesmo que digam absurdo ele acredita e deseja.
quer e ainda quer ainda quer mesmo vendo uma luz intensa que brilha no fim-do-túnel porque ele tá seguro do que explode em seu corpo inteiro. e nessa luta insana persegue a luminosidade pra tentar fazer do hoje ontem saudade sonho lindo seu segredo suas pérolas sua vida.


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