essa paz que me domina é a mesma que me mata.
não quero ser perfume que fica um tempo em seu corpo e depois passa.
nada sei sobre o amor, esse do qual as pessoas fogem.
só daquele que faz alarde, que se supera e se expõe. que morde.
q u e r o s e r a m o r d i d a!
nunca de
volta e meia me deparo com pessoas estranhas no meu convívio.
não entendo do que falam, o que sentem, o que sonham...
língua estranha!
ouço, atenta, os murmúrios do meu coração e isso me basta.
a culpa não fica por que estou salva por minha verdade bendita.
essa que às vezes se transforma, mas enquanto aflita é a verdade da hora.
os ferrolhos se abriram e me trancaram nesse absurdo de mundo.
mundana. humana é o que sou.
e se sou...estou, não é mesmo?
não sou de plástico.
sou de carne, de cravo, de ronchas, de rugas, de olhos inchados, de cabelos assanhados, de calos nos dedos, de pelos nos braços, nas pernas, nos seios, nos olhos, no alto, no piso, nos meios.
acordo nua.
e desejo minha nudez perto da sua.
o louco surtou ou não sei o que!
não quero ser perfume que fica um tempo em seu corpo e depois passa.
nada sei sobre o amor, esse do qual as pessoas fogem.
só daquele que faz alarde, que se supera e se expõe. que morde.
q u e r o s e r a m o r d i d a!
nunca de
volta e meia me deparo com pessoas estranhas no meu convívio.
não entendo do que falam, o que sentem, o que sonham...
língua estranha!
ouço, atenta, os murmúrios do meu coração e isso me basta.
a culpa não fica por que estou salva por minha verdade bendita.
essa que às vezes se transforma, mas enquanto aflita é a verdade da hora.
os ferrolhos se abriram e me trancaram nesse absurdo de mundo.
mundana. humana é o que sou.
e se sou...estou, não é mesmo?
não sou de plástico.
sou de carne, de cravo, de ronchas, de rugas, de olhos inchados, de cabelos assanhados, de calos nos dedos, de pelos nos braços, nas pernas, nos seios, nos olhos, no alto, no piso, nos meios.
acordo nua.
e desejo minha nudez perto da sua.
o louco surtou ou não sei o que!


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